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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Ciberguerra

Estamos tão dependentes da tecnologia que um mundo sem computadores parece algo impossível para nós. Jornais, revistas, compras, operações bancárias, comunicação e troca de informações, entre muitas outras coisas migraram para o mundo virtual, inclusive os conflitos entre países.

Durante a corrida armamentista da Guerra Fria, mais exatamente nos anos 80, o presidente dos Estados Unidos propôs um mirabolante e caríssimo projeto (curiosamente chamado de “Guerra nas Estrelas”). O objetivo era criar um escudo espacial com satélites artificiais, munidos de equipamentos bélicos para interceptar mísseis.

Se um programa militar desse calibre poderia ser implantado na década de 80, não é surpresa alguma que, quase 30 anos depois, sejam utilizados armamentos e veículos não-tripulados. As novas tecnologias não somente permitem esse ataque à distância, mas uma nova maneira de guerra.

A guerra no ambiente online

Ciberguerra: Guerra ao alcance de uma tecla

Espionagem, vandalismo, manipulação de dados, ataques a equipamentos e a estrutura física. A ciberguerra é uma realidade, mesmo não estando nos holofotes da mídia quanto a outras notícias.

Em 2007, a empresa de informática McAfee declarou que 120 países estavam desenvolvendo projetos para utilizar o ciberespaço como ferramenta para atingir mercados financeiros e sistemas governamentais.

O perigo da guerra online é tão grande que, recentemente, o presidente Barack Obama comunicou a criação do cargo de segurança “ciberczar” para proteger as redes oficiais e privadas dos frequentes ataques aos sistemas de informática do país. Claramente, uma mudança de estratégia.

Suspeito #1: Rússia

Ainda em 2007, a Estônia sofreu uma série de ciberataques que danificaram sites de bancos, jornais, ministérios e até o parlamento. Logo a Estônia, orgulhosa do seu serviço eletrônico eficiente, que permitiu a realização das primeiras eleições nacionais pela Internet. O país encontrou-se em uma situação caótica e o mundo nunca viu um ataque tão devastador.

Os ataques começaram no exato dia em que a Estônia retirou a estátua de um soldado soviético da capital Talim e recolocou-a no cemitério militar fora da cidade. Os descendentes de russos, mesmo representando um terço da população do país, fizeram manifestações nas ruas contra a ação do governo e entraram com a polícia.

Com esse contexto, não é preciso ser vidente para saber que o governo estoniano colocou a culpa na Rússia. E não seria a primeira vez que a sede da finada União Soviética era o alvo das acusações.

Redes alvos do ciberataque. Twitter ainda sofre com a sobrecarga no sistema.

O Twitter, Facebook e Google sofreram ataques de negação de serviço (DoS, sigla do termo Denial of Service). A intenção do DoS é tornar o serviço indisponível para os usuários através de uma sobrecarga no sistema, forçando-o a se reiniciar.

No dia seguinte, o Facebook declarou que os ataques pretendiam prejudicar apenas um usuário, não as redes sociais afetadas, mas o botnet foi tão intenso que danificou o sistema inteiro. O usuário em questão é um blogueiro da Geórgia, conhecido em vários sites como “cyxymu”.

Giorgi, nome verdadeiro do blogueiro, disse em entrevista ao jornal The Guardian que os ataques serviam para silenciar as críticas do ativista georgiano contra a Rússia e a disputa pela região da Ossétia do Sul. O usuário acredita que os ataques não foram realizados por hackers comuns por causa da extensão do estrago. Sem falar que Giorgi possui um histórico: ano passado, os ataques direcionados a ele afetaram o LiveJournal.

Se você possui conhecimento de inglês, vale a pena ler a carta de Giorgi endereçada ao presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, neste link.

Ciberataque e a guerra: Caso EUA X Iraque

Caso EUA X Iraque

Os jornais americano NY Times e francês LeFigaro informaram ao mundo que o conflito entre o governo Bush e o Iraque também ilustrava o ciberespaço. De acordo com as reportagens, o Pentágono e as agências de inteligência planejaram um ciberataque para congelar as contas bancárias de Saddam Hussein.

Dessa maneira, o sistema financeiro do Iraque estaria defasado e Hussein não teria dinheiro para comprar equipamentos ou para pagar soldados. Então, os Estados Unidos não encontrariam grande resistência para invadir o país.

Com medo de que a crise financeira do Iraque afetasse todo o Oriente Médio, desencadeando um problema mundial, este plano não foi implantado. No entanto, ocorreu um ataque para danificar os sistemas de comunicação do exército e governo iraquianos, horas antes da invasão em 2003.

O ataque resultou em torres telefônicas destruídas, interferência eletrônica e ataques digitais contra as redes de telecomunicações. O que era para afetar apenas o Iraque prejudicou também os países vizinhos que compartilhavam o sinal de cobertura dos satélites.

Os limites de uma ciberguerra

Resumidamente, a ciberguerra utiliza armas capazes de sabotar redes de telecomunicações, mercados financeiros e centrais elétricas, desestruturando um país inteiro em pouquíssimo tempo. Será esse o futuro das guerras?
Será esse o futuro das guerras
Uma guerra online é mais barata que a guerra física, é claro. Não precisa deslocar batalhões, não há gasto com armamento, munição, transporte, uniforme todo equipado. Pensando no lado sentimental, as famílias dos soldados não sofrem com a situação e a falta de notícias enquanto eles estão em combate.

Em uma guerra estritamente online, é possível atacar o adversário sem mesmo precisar disparar um tiro. Mas até que ponto é justificável cortar energia, comunicação, transporte de um país através da web, sendo que os civis também são afetados? Dá para imaginar um hospital sem esses recursos, lembrando que a tecnologia ainda não chegou a algumas regiões do mundo?

Seria moralmente aceitável utilizar-se de tal artifício para lançar um ataque a outro país, levando em consideração que invadir sistemas e roubar informações é considerado crime informático? Ou se enquadra na frase “A guerra é uma situação extrema que requer medidas extremas”?

Placas de vídeo 50% mais caras

Muito se fala sobre a importação de produtos eletrônicos e as taxas cobradas para que eles possam entrar legalmente no Brasil. A Receita Federal, órgão responsável por normatizar e taxar as importações, anunciou recentemente algumas alterações nestas regras que infligirão diretamente no bolso do consumidor.

Falando em um português bem claro, componentes como a placa de vídeo ficarão mais caro, pois incidirá sobre seu preço uma maior carga de imposto. Para você entender melhor o que acontece, vamos explicar como isso funcionava antes e como passar a funcionar agora.

Antes da alteração da lei, as placas de vídeo eram enquadradas em uma classificação de circuitos que não pagavam impostos para entrarem no Brasil, ou seja, não havia nenhuma taxação para sua importação. Além disso, a taxa de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre este equipamento era de apenas 2% de seu valor.

Gamers deverão ser prejudicados com o aumento

Com as mudanças empregadas pela Receita Federal, as placas de vídeos importadas de maneira legal passarão a recolher 15% de seu valor como imposto de importação.

O IPI, que antes era de somente 2%, agora será de 16%, ou seja, a taxação desse imposto aumentou 8 vezes. Se a princípio você teria um aumento de 29%, com o efeito cascata de impostos que incidem em cada instância de compra e venda, este valor pode chegar a 50%!

A justificativa da Receita Federal para o aumento está no fato de que isso, aumentar a taxa, seria a correção de uma injustiça, pois as placas de vídeo entravam no país pagando praticamente nada de imposto, principalmente se comparado com outros equipamentos eletrônicos.

Mudança não afeta preço de outros equipamentos

É importante ressaltar que este aumento diz respeito somente às placas de vídeo e a nova taxação não incidirá em outros componentes de um computador, como placas-mãe, pentes de memória e processadores.

De qualquer modo é uma má notícia para quem trabalha com vídeo ou gosta de bons jogos no computador, visto que uma boa placa de vídeo é item indispensável nestes dois casos. Esta, que já era normalmente o componente mais caro de um computador, custando muitas vezes o preço de uma máquina completa, ficará ainda mais caro para o consumidor final.

Um tiro pela culatra?

Ora, infelizmente o Brasil não é um país que se destaca muito na produção de determinadas tecnologias, então esse protecionismo demonstrado através da taxação de importações de placas de vídeo pode acabar sendo um tiro pela culatra por, pelo menos, dois motivos. O primeiro deles é o fato de ainda ser difícil encontrar aqui equipamentos com mesma qualidade dos importados. Esperemos que, pelo menos, nos próximos anos aumente o incentivo ao desenvolvimento informático brasileiro.

Além disso, outro fator que não pode ser deixado de lado é o contrabando. Se atualmente já é muito comum que haja importação ilegal de equipamentos eletrônicos caros (como placas de vídeo), com o preço aumentando em 50% essa prática deverá se tornar ainda maior, pois comprar produtos que entram no Brasil sem pagar nenhum imposto será economicamente mais vantajoso para os consumidores.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Conheça o Blender um ótimo programa para editoração 3D

O custo dos softwares de edição 3D sempre tiveram preços astronômicos e acabavam por impedir até mesmo que estudantes pudessem desenvolver suas habilidades em casa, sem contar com uma ferramenta de qualidade.

Hoje já existem outras ferramentas alternativas a esses caros programas. O Blender é um modelador 3D gratuito, de código aberto, que tem tantas funcionalidades quanto os grandes concorrentes pagos, oferecendo assim uma alternativa de custo zero tanto para empresas quanto para usuários caseiros.

A interface do programa é um pouco diferente em relação à grande maioria de softwares do gênero, o que pode acarretar uma dificuldade inicial de aprendizado por parte do usuário, porém, existem ótimas apostilas sobre o programa. Clique aqui para acessar as melhores apostilas sobre o programa.

Para baixar o Blender clique na figura abaixo
Interface personalizável

Numa interface totalmente personalizável para melhor atender às suas necessidades, você encontra todas as ferramentas de que precisa e as organiza como achar melhor. Alguma melhorias visuais estão presentes, como o anti-aliasing nas fontes (acaba com o efeito “serrilhado” das imagens) e a possibilidade de uso de temas.


Ferramentas de animação

Para compor suas animações, o programa disponibiliza várias ferramentas importantes. Assim, após criar os movimentos individuais do seu personagem, você pode usar um editor não linear de animações para juntar as cenas que produziu previamente e, depois, pode incluir sons com sincronia total, através da ferramenta de áudio integrada. Ainda pode aproveitar um editor de poses, linha-do-tempo e realizar deformações precisas de armadura.




Efeitos de física e partículas


Os efeitos físicos que podem ser aplicados aos modelos permitem resultados extremamente realistas. Assim, através de um sistema de partículas que pode ser integrado a qualquer objeto, você tem controle total sobre texturas, curvas e vários efeitos e propriedades dos objetos. Há também uma ferramenta especial para simular materiais fluidos, que permite a manipulação de parâmetros como gravidade e viscosidade em certos modelos.


Criação de Jogos


Blender pode ser uma boa opção para desenvolvedores de jogos que procuram uma ferramenta completa e gratuita. Para isso, ele conta com dispositivos de detecção de colisão e simulação de dinâmica, suporte a multimateriais, multitexturas e luminosidade e muitos outros recursos.




Formatos suportados


Para salvar e abrir seus arquivos, o programa suporta uma grande variedade de arquivos populares, incluindo TGA, JPG, PNG, OpenEXR, DPX, Cineon, Radiance HDR, Iris, SGI Movie, IFF, AVI e Quicktime GIF, TIFF, PSD, MOV, entre os 2D, e 3D Studio, AC3D, COLLADA, DEC, DirectX, Lightwave, MD2, Motion Capture, Nendo, OpenFlight, PLY, Pro Engineer, Radiosity, Raw Triangle, Softimage, STL, TrueSpace, VideoScape, VRML, VRML97, Wavefront, X3D Extensible 3D e xfig export.

Ao usar o formato próprio do programa, o BLEND, você também tem vários recursos à disposição, incluindo comprimir, adicionar assinatura digital e criptografar.

OBS: Para usar o blender é necessário ter instalado o Python, um software de programação poderoso. Clique aqui para baixá-lo


Fonte: baixaki

terça-feira, 14 de julho de 2009

Como remover programas da inicialização do Windows

Não é algo incomum e você já deve ter percebido que conforme o tempo passa, seu Windows leva cada vez mais tempo para inicializar. Este fato não se deve a apenas uma causa isolada, mas um dos problemas pode ser a quantidade de programas que estejam inicializando junto com o Sistema Operacional.

À medida que novos programas são instalados no Windows, alguns deles se configuram automaticamente para inicializar junto com o Sistema e eles nem sempre pedem autorização para isto. Outros até pedem, mas de forma bem discreta e com o intuito que você não veja que esta opção está ali selecionada.

Na maioria das vezes estes programas não são necessários no momento do boot e começam a deixar o processo de inicialização cada vez mais lento. O ideal é deixar que apenas os programas essenciais e aqueles que são bastante utilizados iniciem junto com o Windows.

Abaixo serão mostradas algumas formas de remover programas indesejados da lista de inicialização do Windows. É sempre recomendado ter cautela com este tipo de procedimento e como estas alterações podem modificar seu computador é recomendado criar um Ponto de Restauração (para aprender a fazer isto no Windows Vista ou Windows XP, clique no respectivo Sistema), para que caso algo não saia conforme o desejado seja possível voltar atrás de uma maneira fácil e com o menor coeficiente de insatisfação.

Utilizando o comando “msconfig”

Para fazer desta forma, entre no Menu Iniciar, localize a barra de execução do Windows e então digite “msconfig” (sem as aspas). Uma janela será aberta e você deve acessar a aba “Inicialização de Programas”. Feito isto, basta observar quais programas estão ali presentes e desmarcar aqueles que você quer retirar da inicialização.

Utilizando o msconfig

Por meio do programa Ccleaner

Este é um programa muito bom, pois possui funções muito úteis para o bom funcionamento do Sistema Operacional. Uma destas ferramentas pode se encarregar de ajudá-lo a desinstalar programas inconvenientes. Abra o Ccleaner, entre na opção de “Ferramentas” e clique no botão “Programas iniciados com o”.

Ali estarão listados os programas que inicializam junto com o Windows e basta desabilitar aqueles que você não deseja mais que este procedimento seja aplicado. Para isto, selecione o programa e clique no botão “Desabilitar” ou clique com o botão direito do mouse sobre o programa e selecione a opção “desabilitar”.

Utilizando o Ccleaner

Com o Autoruns

O Autoruns é um programa desenvolvido pela Microsoft que serve para auxiliá-lo nesta tarefa. Ele dispensa instalação e basta executar diretamente a partir do arquivo armazenado. Nele são exibidos todos os programas que inicializam junto com o Windows bem como processos em andamento.

Como este programa divide em categorias, você pode escolher a aba “Everything” para visualizar todos eles ou selecionar uma que se enquadre melhor com o desejado. Da mesma forma como os aplicativos apresentados acima, basta observar os programas não desejados na lista e desmarcá-los.

Utilizando o Autoruns

Agora basta escolher o método que mais lhe agrade e fazer a limpeza. Vale lembrar que efetuar este procedimento não desinstala os programas, apenas retira eles de inicializarem junto com o Sistema Operacional.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Alemanha entra no topo de lista global de supercomputadores


Dois computadores em funcionamento na Alemanha entraram no topo da lista de supercomputadores mais rápidos do mundo – nas dez primeiras posições do ranking divulgado há oito máquinas dos Estados Unidos e duas da Alemanha. Na lista anterior, de novembro de 2008, os EUA ocupavam sozinhos do primeiro ao nono lugar, enquanto a China ficava em décimo. No total, são 500 supercomputadores.

Jugene, que ocupa terceiro lugar no ranking, fica em centro de pesquisa na Alemanha.

A primeira e segunda posição continuam iguais: elas são ocupadas, respectivamente, pelas máquinas Roadrunner e Jaguar, ambas localizadas em centros de pesquisa dos Estados Unidos. Criado pela IBM, o Roadrunner se tornou em junho de 2008 o primeiro computador a quebrar a barreira do petaflop (1 quadrilhão de cálculos por segundo) e continua sendo um dos sistemas mais eficazes no consumo de energia.

O Roadrunner chega a 1,105 petaflop, enquanto o Jaguar atinge 1,059 petaflop. Já o terceiro lugar, ocupado pelo recém-apresentado Jugene, conseguiu esse posicionamento com 825,5 teraflops (trilhões de operações por segundo) – teoricamente, é possível que seu desempenho chegue a 1 pentaflop.

Também da IBM, o Jugene fica no centro de pesquisa Forschungszentrum Juelich, na Alemanha, e por isso o país europeu foi colocado no topo da lista liderada pelos EUA. Esse mesmo centro, o FZJ, aparece na décima posição com o Juropa, um supercomputador com capacidade de 274,8 teraflops.

As outras novidades entre as dez máquinas mais rápidas, ambas instaladas nos EUA, são o Kraken XT5 (sexta posição; 463,3 teraflops) e Dawn - Blue Gene/P (nona posição; 415,7 teraflops).

De todas as máquinas listadas no ranking, 291 estão nos Estados Unidos. A Europa tem 145 (contra 151 na lista anterior), seguida pela Ásia, com 49 máquinas (antes eram 47). Países de outras regiões também aparecem na lista, da qual o Brasil não participa.

TOP 500 - http://www.top500.org/list/2009/06/100

Os 3 mais FODAS....

1 - Roadrunner

BladeCenter QS22/LS21 Cluster, PowerXCell 8i 3.2 Ghz / Opteron DC 1.8 GHz, Voltaire Infiniband / 2008
IBM

129600 Nucleos
1105.00 TeraflopMAX
2483.47 KW

2 - Jaguar

Cray XT5 QC 2.3 GHz / 2008
Cray Inc.

150152 Nucleos
1059.00 TeraflopMAX
6950.60 KW

3 - Blue Gene/P Solution / 2009
IBM

294912 Nucleos
825.50 TeraflopMAX
2268.00 KW

O MAIS FODA ROADRUNNER COM PROCESSADOR DE PS3


 

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