Redes Social

twitterfacebookgoogle pluslinkedinrss feedemail

Paginas

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Segurança no uso de Bancos pela Internet




Para realizar transações financeiras e obter informações por computador via Internet, os clientes devem conhecer os riscos a que podem estar sujeitos e quais as medidas preventivas que devem adotar para evitá-los. As recomendações aos clientes com essa finalidade são as seguintes:
Mantenha antivírus atualizados instalados no computador que utilizar para ter acesso aos serviços bancários;
Troque a sua senha de acesso ao banco na Internet periodicamente;
Só utilize equipamento efetivamente confiável. Não realize operações em equipamentos públicos ou que não tenham programas antivírus atualizados nem em equipamento que não conheça. Existem programas - denominados Cavalos de Tróia - utilizados por fraudadores para capturar as informações do cliente quando digitadas no computador;
Não execute aplicações nem abra arquivos de origem desconhecida. Eles podem conter vírus, Cavalos de Tróia e outras aplicações prejudiciais, que ficam ocultas para o usuário e permitem a ação de fraudadores sobre sua conta, a partir de informações capturadas após a digitação no teclado;
Use somente provedores confiáveis. A escolha de um provedor deve levar em conta também seus mecanismos, políticas de segurança e a confiabilidade da empresa;
Cuidado com e-mails não solicitados ou de procedência desconhecida, especialmente se tiverem arquivos "atachados" (anexados). Correspondências eletrônicas também podem trazer programas desconhecidos que oferecem diversos tipos de riscos à segurança do usuário. É mais seguro "deletar" os e-mails não solicitados e que você não tenha absoluta certeza que procedem de fonte confiável. Tome cuidado especialmente com arquivos e endereços obtidos em salas de bate-papo (chats). Alguns desses chats são freqüentados por hackers ;
Evite sites arriscados e só faça downloads (transferência de arquivos para o seu computador) de sites que conheça e saiba que são confiáveis.
Utilize sempre as versões de browsers (programas de navegação) mais atualizadas, pois geralmente incorporam melhores mecanismos de segurança.
Quando for efetuar pagamentos ou realizar outras operações financeiras, você pode certificar-se que está no site desejado, seja do banco ou outro qualquer, "clicando" sobre o cadeado e/ou a chave de segurança que aparece quando se entra na área de segurança do site. O certificado de habilitação do site, concedido por um certificador internacional, aparecerá na tela, confirmando sua autenticidade, juntamente com informações sobre o nível de criptografia utilizada naquela área pelo responsável pelo site (SSL). Não insira novos certificadores no browser (programa de navegação), a menos que conheça todas as implicações decorrentes desse procedimento.
Acompanhe os lançamentos em sua conta corrente. Caso constate qualquer crédito ou débito irregular, entre imediatamente em contato com o banco.
Se estiver em dúvida sobre a segurança de algum procedimento que executou, entre em contato com o banco. Prevenção é a melhor forma de segurança.
Em caso de dúvida, procure por seu banco e pergunte que medidas de proteção estão sendo tomadas quanto à segurança das transações on-line.
Os meios de comunicação estão permanentemente divulgando dicas de segurança aos usuários da Internet. Mantenha-se atento.
Fonte: Febraban (http://www.febraban.org.br/)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Selo PROCEL




O SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA ou simplesmente SELO PROCEL, instituído através de Decreto Presidencial de 08 de dezembro de 1993, é um produto desenvolvido e concedido pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica – PROCEL.
O SELO PROCEL tem por objetivo orientar o consumidor no ato da compra, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria. Também objetiva estimular a fabricação e a comercialização de produtos mais eficientes, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico e a redução de impactos ambientais.
Os equipamentos que atualmente recebem o Selo são:- Refrigerador de uma porta compacto- Refrigerador de uma porta- Refrigerador combinado - Refrigerador combinado frost-free- Freezer vertical- Freezer vertical frost-free- Freezer horizontal- Ar-condicionado de janela- Ar-condicionado do tipo Split- Motor elétrico de indução trifásico padrão- Motor elétrico de indução trifásico de alto rendimento - Coletor solar plano – aplicação banho- Coletor solar plano – aplicação piscina- Reservatórios térmicos para coletores solares – Alta e baixa Pressão- Reatores eletromagnéticos para lâmpadas a vapor de sódio- Reatores eletromagnéticos para lâmpadas fluorescentes tubulares- Lâmpadas fluorescentes compactas - Lâmpadas fluorescentes circularesJá foram iniciados os trabalhos para estender a concessão do SELO PROCEL a mais equipamentos, tais como: painéis fotovoltaicos, bombas centrífugas, equipamento de geração eólica, fornos de microondas, máquinas de lavar roupa, lâmpadas à vapor de sódio, televisores, aquecedor de acumulação elétrico (boiler), ventiladores de teto, bombas de calor e outros.

O SELO PROCEL é concedido anualmente aos equipamentos que apresentam os melhores índices de eficiência energética, normalmente caracterizados pela faixa A da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia – ENCE, dentro das suas categorias. São exemplos, o ar-condicionado inteligente, com temperatura controlada eletronicamente, os chuveiros elétricos de menor potência e as geladeiras que cada vez mais garantem eficiência energética. Destaca-se, entretanto, que, para algumas categorias de produtos, outras características técnicas e qualitativas associadas ao equipamento serão também verificadas e consideradas para a concessão do SELO PROCEL.
Para ser contemplado com o Selo PROCEL, o produto deve ser submetido a ensaios específicos em laboratório idôneo, indicado pelo PROCEL. Os parâmetros a serem avaliados constam do “Critério Específico para Concessão do SELO PROCEL” relativo a categoria desse produto, anexo ao Regulamento do Selo PROCEL.
A adesão das empresas ao SELO PROCEL é voluntária.
Para maiores informações, consulte as tabelas de consumo/eficiência energética apresentadas no site do Inmetro, clicando aqui.

A nova guerra dos navegadores


O lançamento do Chrome, novo navegador de internet criado pelo Google, foi o ponto de partida de mais uma guerra entre os browsers e as marcas poderosas que os criaram e mantêm. Houve um tempo, não muito distante, em que o Internet Explorer (IE), desenvolvido e distribuído pela Microsoft, não era a única opção de peso para a maior parte dos internautas. Para quem navega pelos mares do ciberespaço há pelo menos dez anos, um nome vem imediatamente à cabeça – Netscape. Este infelizmente teve um final sofrido, incapaz de competir com o poder de fogo da Microsoft e suas práticas consideradas por muitos como desleais. Afinal, foi por incluir o IE no pacote Windows que a empresa criada por Bill Gates começou a amargar processos na justiça.Alguns anos depois da morte do Netscape e com o avanço feroz do Firefox, da Mozilla Foundation, a maior rival da Microsoft resolve pôr lenha numa fogueira que andava meio morna. A Microsoft continua senhora absoluta do mercado de navegadores Web, já que seu Internet Explorer tem a preferência de nada menos que 73,01% dos usuários de internet, segundo relatório da Net Applications, divulgado em julho deste ano. Em segundo lugar vem o Firefox, com 19,03% do mercado; em terceiro lugar, aparece o Safari, da Apple, com 6,31% da preferência dos usuários. O bom e velho Netscape, coitado, tem apenas 0,67% de participação, mas deixou de ser atualizado.O Chrome não é a única ameaça da Microsoft nessa nova fase dos navegadores Web. De acordo com a Net Applications, o browser da MS tem perdido prestígio nos últimos anos – perdeu nada menos que 5,99% de público de agosto de 2007 a agosto de 2008. Enquanto isso, o Firefox subiu 4,38% na preferência dos usuários. Os números têm agora tudo para mudar, com a entrada no pedaço da gigante do software Google. Afinal, uma das maiores especialidades do Google é chacoalhar a área da Microsoft.O Chrome é baseado em software livre e carrega a filosofia da turma open source, ou seja, tem código-fonte aberto. Já testado por milhões de usuários, o Chrome tem recebido boas críticas mundo afora e no Brasil ele também foi bem recebido. De acordo com a Predicta, empresa especializada na análise do comportamento de navegação dos internautas brasileiros, nos dois primeiros dias de uso o Google Chrome já representava 1,11% dos acessos à internet nacional. É claro que o número ainda é pequeno, mas o dado demonstra que o brasileiro ficou curioso com a novidade. Para chegar a este número, a Predicta estudou os dados gerados pelo Predicta Atmosphere, ferramenta que avalia anonimamente o comportamento de navegação dos internautas através do uso de métricas de audiência que consegue identificar o navegador usado.O Chrome tem como predicados principais a combinação de barra de endereço com busca, o que faz com que o usuário possa chegar ao resultado desejado em apenas alguns segundos. Em segundo lugar, o browser traz uma aba agregadora de conteúdo, onde aparecem os sites mais visitados, as buscas recentes e os sites favoritos do usuário. O navegador do Google, assim como o Firefox, tira partido das abas para facilitar a navegação. E, o que ainda melhor: cada aba opera de maneira totalmente independente. Outra característica divulgada pelo Google é o fato de o Chrome contar com uma nova ferramenta de JavaScript V8, que permite a criação de aplicações online, além de tornar a navegação entre aplicativos mais rápida.O Google resolveu apostar todas as suas fichas no Chrome e as primeiras reações ao software demonstram que mais uma vez a empresa de Mountain View acertou a mão. Um teste rápido no programa mostra que ele pode ser bastante agradável. Com interface limpa e ferramentas de Web 2.0, ele ainda é capaz de completar os endereços Web. Na hora da execução de aplicativos JavaScript, o Chrome também bate um bolão. E é mais simples de configurar – selecionando um botãozinho localizado no lado direito superior do browser o usuário pode configurá-lo (aumentar o tamanho da fonte, por exemplo, assim como o idioma do navegador). O desenvolvedor Web também ganhou uma opção só sua, onde pode, dentre outras ações, pedir para ver o código-fonte das páginas visitadas. No botão imediatamente ao lado deste, o visitante tem acesso ao histórico de navegação e de downloads e a opção de suporte ao produto.O programa tem tudo para competir de igual para igual com o software da Microsoft. Nesta guerra, o internauta é o que mais tem a lucrar.
 

Teste - Teste

Loja virtual completa e barata

Teste - Teste

Teste - Teste

Hospedagem de site ilimitada