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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Bloqueio no XP é a nova arma contra a pirataria

Usuários brasileiros de cópias ilegais do sistema operacional Windows XP, começam a receber um novo tipo de notificação mais "incômodo" da Microsoft. A nova onda mundial de caça aos piratas começou a ser promovida pela Microsoft no final do ano passado.

Seguindo a mesma engenharia aplicada no SP1 do Windows Vista, pelas novas medidas de combate à pirataria, o sistema operacional não legalizado passará a exibir uma tela preta no lugar da área de trabalho, diariamente, 60 minutos após a entrada do PC em funcionamento.

"O usuário não perderá dados, mas terá uma diferenciação de uso. Se possui, por exemplo, uma foto como tela de fundo no PC, após uma hora, a foto será substituída por uma tela preta, uma marca d´água e uma notificação sobre a originalidade do sistema", explica Ricardo Wagner, gerente de produto Windows da Microsoft Brasil.

Além da tela preta, o sistema promove uma contagem regressiva solicitando uma chave de ativação em 30 dias. Após este período, ocorrerá o bloqueio do acesso ao sistema e apareceram mensagens diárias para alertar o usuário de que a cópia possui um número de série repetido em relação aos armazenados como originais nos servidores da Microsoft.

Todas essas notificações e bloqueios ocorrerão com os usuário do Windows pirata que tentarem atualizar o sistema pelo site do Windows Update ou pelas atualizações automaticas do sistema.

Esta é a quarta onda de notificações do Windows XP. "Geralmente, uma vez por ano fiscal, promovemos essa onda de notificações com o objetivo de alertar usuários sobre os riscos do uso do software que não é original", comenta Wagner.

A iniciativa mundial está dividida em duas fases. A primeira inclui um determinado grupo de países - República Tcheca, Taiwan, Itália, Malásia, Espanha e África do Sul - já preparados para o atendimento dos usuários notificados.

A segunda fase envolve todos os outros países, incluindo o Brasil. "Muitas vezes, as pessoas são vítimas de pessoas ou situações em que acabam adquirindo o software sem saber se ele é original ou não", argumenta Wagner. Segundo ele, a resposta dos usuários costuma ser intensa. "Ele pode regularizar sua situação tanto comprando o sistema operacional pelo site da Microsoft, ou recorrendo ao fornecedor de sua máquina."

Fonte: idgnow

Falha no Excel, é explorada por ataques via internet

A falha foi revelada pela Symantec e pode ser explorada se um usuário abrir um arquivo malicioso no formado Excel, permitindo que o invasor rode um código não autorizado em sua máquina.

Tudo acontece da seguinte forma: Os Invasores enviam um arquivo de Excel malicioso via e-mail que ao ser aberto, pode permitir que um cracker execute códigos remotamente no sistema da vítima. A vulnerabilidade ainda sem correção, é comprovadamente uma falha do próprio excel e tem sido ativamente explorada para ataques na internet.

A falha classificada como "0-day" ainda não tem data para se corrigida pela Microsoft. O próximo pacote de correções de segurança da empresa está programado para nove de março, quando a companhia divulga o Patch Tuesday mensal.

"Até agora, estamos cientes apenas de ataques limitados e específicos que tentam usar a vulnerabilidade" escreveu o porta-voz da Microsoft, Bill Sisk, em um post no blog da empresa. "Estamos desenvolvendo uma atualização de segurança para o Microsoft Office que soluciona esta vulnerabilidade."

A falha afeta o software de planilhas nas versões 2007, 2003, 2002 e 2000 do pacote Office, bem como versões para a plataforma Mac - Office 2008, Office 2004 e o Open XML File Format Converter.

A Symantec detectou que a exploração da falha pode instalar o cavalo-de-tróia "Trojan.Mdropper.AC" no sistema da vítima, permitindo a entrada de outros malwares em máquinas que rodam Windows XP ou Vista.

Fonte: Symantec

Google quer participar da investigação antitruste contra a Microsoft no mercado de browsers.

O Google fez uma solicitação à Comissão de Concorrência da União Europeia para participar da investigação antitruste envolvendo a Microsoft no mercado de browsers, juntando-se às empresas Opera e Mozilla nos procedimentos da agência governamental.

"Estamos solicitando ser o terceiro participante no procedimento da Comissão Europeia", disse Sundar Pichai, vice-presidente de administração de produtos, no blog da empresa.

Em janeiro, a comissão submeteu uma lista preliminar de objeções à Microsoft por se defender da concorrência embutindo seu browser Internet Explorer (IE) no sistema operacional Windows.

"O mercado de browsers ainda é amplamente não competitivo, o que atrasa a inovação para os usuários" disse Pichai dando argumentos para a entrada do Google no processo. "Isto ocorre porque o Internet Explorer é atrelado a um sistema operacional dominante, dando uma vantagem injusta em relação a outros browsers."

A norueguesa Opera Software ASA, criadora do browser Opera, iniciou a ação original no fim de 2007. No início de fevereiro, a Mozilla Corp., criadora do Firefox, demonstrou seu interesse em participar da investigação como "terceira parte interessada" o que permite à organização fornecer argumentos aos reguladores, ter acesso aos papéis ligados ao processo e participar de uma audiência presencial caso solicitada pela Microsoft.

Embora a Comissão Europeia ainda não tenha dito quais medidas deve exibir da Microsoft neste caso, o porta-voz da agência, Jonathan Todd indicou alguns sinais. Segundo ele, a Microsoft pode ser multada e forçada a permitir que os usuários escolham browsers alternativos durante a instalação do Windows, ou ser ordenada a permitir que o usuário desabilite o IE se desejar um navegador diferente.

Mitchell Baker, ex-Chief Executive Officer (CEO) da Mozilla e atual chairman da Mozilla Foundation, publicou em seu blog algumas sugestões de mudanças que poderiam ser adotadas pela Microsoft.

Segundo ela, as possibilidades incluem fazer com que a Microsoft divulgue todas as APIs (Application Programming Interfaces) disponíveis no IE a outros desenvolvedores de browsers, ou exigir que a empresa ofereça browsers de concorrentes nas atualizações do IE ou do Windows.

O Internet Explorer registrou 67,6% de participação no mercado mundial de browsers em janeiro, de acordo com a Net Applications - a menor fatia do IE no setor desde o início da medição pela consultoria em 2005. O Firefox registrou 21,5% de participação, seguido pelo Safari, da Apple, e pelo Chrome, do Google, que contaram com 8,3% e 1,1% do mercado, respectivamente.

Fonte: idgnow

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Brasil vira laboratório de crimes digitais

"O Brasil está se tornando um laboratório para crimes de informática porque prolifera o crime organizado no país e as leis para prevenir crimes digitais são poucas e ineficazes". Isso é o que diz artigo publicado pelo jornal norte-americano The New York Times. De acordo com o texto, os hackers brasileiros, que conseguem colaborar entre si com relativa impunidade, estão se especializando em roubo de identidade e de informações, fraude de cartão de crédito, pirataria e vandalismo online.

Conforme o artigo, nos últimos dois anos, o Brasil tem sido a base mais ativa de crime cibernético, na avialiação de uma empresa de consultoria de risco digital em Londres, a mi2g Intelligence Unit. "No ano passado, os dez grupos mais ativos do mundo de vândalos e criminosos da internet eram brasileiros", diz o jornal, reproduzindo dados da mi2g Intelligence Unit. "Só neste ano, quase 96 mil ataques abertos na internet - os que foram registrados, validados ou testemunhados - foram traçados até o Brasil". Ainda de acordo com o artigo, isso representa mais de seis vezes o número de ataques traçados até o segundo campeão de hacking, a Turquia.

O New York Times informa que de acordo com a propria Polícia Federal brasileira, de cada 10 hackers ativos no Mundo, oito vivem no Brasil. Para se ter uma idéia, os 20 oficiais que trabalham na divisão de crime eletrônico da polícia de São Paulo pegam cerca de 40 "cibercriminosos" por mês, mas isso é apenas uma fração do número de crimes do tipo em São Paulo que, inclusive, vem aumentando. A legislação específica para o tema data de 1988, muito antes de a maioria dos brasileiros ter sequer ouvido falar em Internet.

O jornal diz que a lei determina que um hacker não pode ser preso apenas por violar um site ou mesmo por distribuir um vírus de computador. A polícia só pode agir se puder provar que a ação resultou em um crime. Conforme o New York Times, analistas dizem que muitas empresas, inclusive bancos, têm sido lentos em admitir a gravidade do problema.

O artigo atribui ainda a força e a criatividade dos hackers brasileiros a questões culturais. Marcos Flávio Assunção, de 22 anos, entrevistado pelo jornal por sua habilidade de penetrar em sistemas, diz que os hackers no Brasil são mais sociáveis e compartilham mais informações do que em países desenvolvidos. "É uma coisa cultural", disse ele ao New York Times. O artigo afirma que embora computador seja um artigo caro no Brasil, onde a média salarial é de menos de US$ 300 por mês, obter informações sobre hacking é simples. O jornal diz também que a revista H4ck3r, considerada a revista do submundo digital, pode ser encontrada em bancas de revista de todo o país e vende cerca de 20 mil cópias por mês.
Na minha opinião a revista ensinar a ser hacker não tem nada haver com cometer crimes. Será que eles ainda acreditam em Papai Noel Também!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Phenom II X4 supera Core i7 no 3DMark06

A equipe finlandesa conseguiu bater o recorde mundial do 3DMark06 com um equipamento baseado no novo processador da AMD, o Phenom II X4. Eles conseguiram superar em 256 pontos a pontuação máxima registrada até o momento por um Core i7 sobre uma placa X58. Eles conseguiram 35.806 3DMarks e com isso a AMD está no topo deste teste que, há vários anos, é liderado pela Intel.

A máquina usada para este feito foi a seguinte:

* Processador AMD Phenom II X4 6.187MHz (45.00MHz NB) refrigerado com nitrogênio líquido (-190ºC)
* Placa mãe ASUS M4A79T Deluxe (chipset 790FX)
* Memórias Corsair XMS3-2133 2×1GB DDR3-1800 CL7-7-7-1T
* Placas gráficas: 2x Radeon HD 4870 X2 830/950MHz
* Fonte Thermaltake Toughpower 1.200W

Os incrédulos poderão confirmar a validação oficial do resultado na página do Futuremark, 35,806 3Dmarks. Nesta página nós também temos o Top 20 e através dela nós podemos observar como um sistema AMD conseguiu ganhar o título de um core i7.

Aqui vocês poderão assistir ao vídeo onde ficou registrado esta marca, uma façanha realizada por Petri “SF3D” Korhonen Sampsa Kurri eSami “macci” Mäkinen no Assembly Winter 2009 da Finlândia. os phenom II estão ganhando cada vez mais credibilidade com jogadores hard hand no mundo todo com as performance que vem demostrando em varios testes.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Evolução das Placas de Vídeo

A qualidade das imagens dos games atuais é tão impressionante que parecem cenas reais. Isso somente é possível devido à evolução das placas de vídeo: elas estão cada vez mais potentes, e incorporam tecnologias que permitem a criação de efeitos especiais complexos. 

Mas quando os computadores deixaram de ser simples "máquinas de escrever" eletrônicas e se tornaram estações gráficas capazes de rodar jogos quase reais? É exatamente o que descobriremos neste artigo sobre a evolução das placas de vídeo.

A primeira era das placas de vídeo (até a chegada da 3DFX) 
A primeira GPU (processdor gráfico dedicado especificamente a tarefas gráficas) foi a S3 Trio, lançado pela antiga fabricante de chips S3. A novidade da época é que, pela primeira vez, um chip de vídeo reunia os três componentes básicos de vídeo nos computadores: o processador propriamente dito, o RAMDAC (conversor entre os sinais digitais dos chips e os sinais analógicos do monitor) e o gerador de freqüência. 

A S3 Trio teve diferentes versões voltadas para placas de vídeo e para placas mãe com vídeo onboard. 

Na mesma época (início da década de 90), a ATI também apresentou suas primeiras placas de vídeo, com recursos parecidos com a linha da S3. Estas tecnologias foram sendo aperfeiçoadas, fazendo com que as placas de vídeo começassem a utilizar memória dedicada apenas para seu processamento. 

A segunda geração de placas de vídeo surgiu em 1995, com a linha S3 ViRGE, sucessora da linha S3 Trio. A S3 lançara a primeira família de placas de vídeo 3D, mas o seu poder de processamento não era muito superior ao dos demais chips 3D que haviam no mercado. 

No mesmo ano, a recém lançada NVIDIA lança seu primeiro chip gráfico, o NV1, que não foi bem aceito no mercado, pois ele era muito caro. O NV1 também tentou ser uma central multimídia completa, com áudio próprio (embutido na placa de vídeo) e até mesmo entrada para joysticks do Sega Saturn (que perdeu mercado para o Sony Playstation). 

Com isso, começaram a aparecer no mercado as primeiras placas de vídeo que realmente otimizavam tarefas gráficas. 

Entre 1995 e 1996, a ATI lança sua primeira linha de placas de vídeo 3D: a linha Rage, que começou com os chips da linha antiga Mach, mas com recursos básicos de processamento 3D. Em 1996, novos competidores entram no mercado, como a 3DFX, a Imagination Tecnologies e a Rendition. 



De longe, a empresa mais bem sucedida foi a 3DFX com sua Voodoo 1, que aliava as duas maiores qualidades de qualquer produto: bom desempenho e baixo preço. Finalmente, podemos dizer que as placas de vídeo 3D apresentavam realmente processamento 3D! 

A segunda era das placas de vídeo (ascensão e queda da 3DFX) 
Em 1997, apareceram no mercado diversos adversários da Voodoo 1. A ATI lançou as linhas Rage II e Rage Pro, mas ambas não conseguem ameaçar a primeira placa 3D da história a suportar a nova tecnologia 3D da Microsoft (Direct 3D): a NVIDIA Riva 128, que se tornou a melhor placa de vídeo 3D do mercado. 



No ano seguinte, a NVIDIA lançou a Riva 128 ZX, versão melhorada da Riva 128 original, e que tinha até 8MB de memória dedicada de vídeo (apenas para comparar, atualmente existem placas com mais de 1GB de memória dedicada). 

Após o fiasco da Voodoo Rush, que tinha desempenho inferior à Voodoo 1, a 3DFX lançou a verdadeira sucessora da Voodoo1: a Voodoo 2 e a Voodoo Banshee (versão enfraquecida da Voodoo 2, com menor custo). 
http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/34168-08-3dfx_Voodoo_2_12MB_AGP.jpg 
Até mesmo a Intel tentou entrar o mercado, mas logo desistiu e passou fabricar apenas chips de vídeo onboard. A NVIDIA respondeu ao lançamento da Voodoo 2 com a linha Riva TNT, que não fez muito sucesso por causa de problemas de aquecimento, mas ela serviu como base para as placas de vídeo a sucederam. 

Após diversos fabricantes desistirem de criar placas de vídeo, em 1999 haviam apenas três grandes competidores no mercado de placas de vídeo 3D: ATI, NVIDIA e 3DFX, com as linhas Rage 128, Riva TNT2 e Voodoo 3, respectivamente. 
A ATI Rage 128 recebeu diferentes versões e foi atualizada para a Rage 128 PRO, com melhor processamento do Direct 3D e na codificação/decodificação de vídeos. Os chips da Rage 128 PRO foram usados como base para a criação da Rage Fury MAXX, onde dois chips ocuparam a mesma placa e cada um renderizava um frame diferente. 


Como não havia softwares compatíveis com esta tecnologia, ela foi comercialmente ignorada, embora a idéia de se usar dois chips de vídeo na mesma placa seja utilizada até hoje em dia. 

Já a linha Riva TNT2 da NVIDIA apresentou poucas diferenças entre seus modelos, mas a empresa conseguiu emplacar um dos modelos mais potentes até então: a Riva TNT2 Ultra. 

A Voodoo 3 dividiu com a Riva TNT2 o posto de melhor placa de vídeo, mas ela foi a última placa de vídeo de sucesso da 3DFX, pois no ano seguinte a empresa foi comprada pela NVIDIA. 

Bye bye 3DFX 
A 3DFX saiu do mercado por dois motivos: perda de mercado, e atraso no lançamento de novos produtos. As duas linhas sucessoras da Voodoo 3 (Voodoo 4 e Voodoo 5) foram lançadas muito tarde, e com isso a ATI e NVIDIA ganharam muito mercado. 

E quando as Voodoo foram finalmente lançadas, elas não eram tão avançadas quanto os modelos atuais da ATI e NVIDIA. Estas, por exemplo, já utilizavam as rápidas memórias DDR, enquanto as novas Voodoo ainda não tinham suporte a esta tecnologia. 

De qualquer modo, as contribuições tecnológicas da 3DFX são importantes até hoje. A empresa foi responsável, por exemplo, pela tecnologia SLI, que permite que duas placas de vídeo sejam interligadas, aumentando muito o processamento gráfico. Esta tecnologia é utilizada atualmente nos melhores modelos das placas de vídeo da NVIDIA (SLI) e da ATI (CrossFire). 

Além disso, o chip VSA-100 da 3DFX foi criado para que placas de vídeo pudessem ser fabricadas com até 32 chips funcionando em paralelo, mas de forma que cada processador renderizasse uma parte diferente da imagem em questão (abordagem mais inteligente que a usada pela ATI, já que era compatível com as tecnologias da época). 

Um dos projetos mais famosos da 3DFX engavetados devido a sua falência é a Voodoo 5 6000, com quatro processadores VSA-100 na mesma placa, sendo que até hoje nenhuma placa de vídeo foi lançada com mais de dois processadores. 

A terceira era das placas de vídeo (ATI x NVIDIA Round 1) 
A primeira placa de vídeo que marcou o final do reinado da 3DFX foi a NVIDIA Geforce 256, em 1999, e ela foi a primeira placa de vídeo totalmente compatível com o Direct 3D 7. 

Foram lançadas duas versões desta placa: com memória SDR e com memória DDR. Nesta última, o processador gráfico poderia demonstrar toda a sua potência, sendo 50% mais rápido do que a antecessora Riva TNT2. Como o preço da Geforce 256 era muito alto, poucos aproveitaram o seu potencial. 

No ano seguinte, a ATI lança uma rival à altura da Geforce 256: a Radeon 7000 (codinome R100), que foi lançada em duas versões diferentes (com e sem entrada/saída de vídeo) e ambas eram melhores que a Geforce 256. 

A NVIDIA obviamente não ficou parada e lançou a Geforce 2 GTS, superando a ATI. Com a Geforce 2, a NVIDIA resolveu atacar vários segmentos do mercado, lançando versões de baixo custo e desempenho (linha Geforce 2 MX), versões custo/benefício (linha Geforce 2 TI) e versões de alto desempenho e preço (linha Geforce 2 GTS). 

A reação da ATI foi imediata: o chip R100 foi rebatizado comercialmente como Radeon 7200 para competir com a Geforce 2 TI, e o chip RV100 (versão rebaixada) foi lançado como Radeon 7000 para competir com a Geforce 2 MX. 

Em 2001, aproveitando a liderança no mercado, a Geforce rebaixou todas as placas Geforce 2 para o seguimento de baixo custo, e lançou a nova linha Geforce 3, superada rapidamente pelo novo chip R200 da ATI, que foi utilizado na linha Radeon 8500. Ambas eram compatíveis com Direct3D 8, mas as placas da ATI eram muito mais rápidas. 


A NVIDIA tentou contra-atacar em 2002 com a nova linha Geforce 4, mas a versão de alto desempenho (Geforce 4 TI) não conseguiu cumprir seu objetivo, por ser menos potente do que a Radeon 8500. Enquanto isso, a linha de baixo custo da NVIDIA (Geforce 4 MX) foi um sucesso comercial por causa do seu preço baixo. 

Mesmo tendo melhores placas de vídeo que a rival, a ATI resolveu lançar um novo chip, para aumentar sua relação custo/benefício: o R300. Ele era compatível com Direct3D 9, e foi utilizado na linha Radeon 9XXX. O R300 tinha um desempenho 100% superior ao R200, e o seu projeto foi tão eficiente, que até mesmo as primeiras placas da geração seguinte (no caso, Radeon X300, X550 e X600) utilizavam ele. 


A NVIDIA tentou contra-atacar com a linha Geforce FX 5XXX, mas o resultado foi decepcionante: com a exceção do modelo de baixo custo Geforce FX 5200 (que se tornou a placa de vídeo mais vendida da história), todos os outros modelos não foram bem aceitos comercialmente por um motivo muito simples: todos eram menos potentes que os rivais da ATI. 
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Pela primeira vez, a NVIDIA perdia uma batalha no mercado de placas de vídeo, e uma mesma empresa (ATI) apresentava a melhor placa de vídeo da geração (ATI Radeon 9800 XT) e a melhor placa de vídeo custo/benefício (ATI Radeon 9600Pro). 


A quarta era das placas de vídeo (ATI x NVIDIA Round 2) 
Movida pelo embalo de sua geração atual, a ATI resolveu continuar apostando no Direct3D 9 em sua nova linha de placas de vídeo. Em 2004, o R420 foi usado para equipar as placas de vídeo da linha Radeon X700, X800 e X850. A médio prazo, a decisão da ATI se mostrou precipitada, pois o mercado se moveu rapidamente para o recém lançado Direct3D 9.0c. 

Embora a placa mais potente da época fosse a X850XT PE, a ATI novamente perdeu espaço para a NVIDIA devido ao uso do bom e velho R300 nas placas custo/benefício, que não era páreo para a linha Geforce 6XXX. 

Embora esta linha tivesse suporte apenas parcial ao Direct3D 9.0c, era mais do que as rivais da ATI ofereciam. Além disso, a Geforce 6600GT é considerada até hoje uma das melhores de sua categoria. Esta geração marcou o ‘resgate’ da tecnologia SLI criada pela 3DFX, pois ela estava presente em alguns modelos da NVIDIA. 

No ano seguinte, a ATI se rende ao Direct3D 9.0c com a linha Radeon X1XXX. A NVIDIA, para não ficar para trás, lançou a série Geforce 7XXX com suporte melhorado ao mesmo Direct3D 9.0c. 

Esta geração foi marcada pro preços bem elevados das placas de vídeo, mas pouca diferença de desempenho, exceto pela Radeon X1950 XTX, que perdia apenas para a Geforce 7950GX2 (que utilizava duas placas de vídeo ligadas em modo SLI). 


Em 2006, a NVIDIA resolveu tentar liderar de forma absoluta o mercado de placas de vídeo com seu chip G80 (linha Geforce 8XXX), que foi mal recebida pelos críticos, mas fez muito sucesso por ter baixo custo. 

Os dois pontos fracos desta geração da NVIDIA foram o altíssimo custo das placas de alto desempenho (até US$ 700,00 por uma Geforce 8800 Ultra!) e as melhorias muito modestas das outras placas, se comparadas com as gerações anteriores.

No ano seguinte, a empresa resolveu lançar uma revisão do chip G80 para o mercado de usuários comuns, mas os engenheiros da NVIDIA fizeram um trabalho tão bom no chip G92 que todas as placas lançadas com base nele eram melhores que suas ‘rivais’ com o chip G80. 

Enquanto isso, a ATI atrasou o lançamento de suas placas de vídeo em cerca de seis meses, pois foi adquirida pela AMD. O problema é que, além do atraso, o chip R600 (linha Radeon HD 2XXX) não era melhor que o G80, e consumia muito mais energia. 

Em 2007, a ATI fez uma revisão no chip R600,e lançou a Rv670, que consumia menos energia e era muito mais barata do que a R600. O resultado foi tão bom, que ela foi usada na nova linha Radeon HD 3XXX. 

Os chips revisados das duas gigantes (Rv670 da ATI e G92 da NVIDIA) foram os grandes responsáveis pela queda de preço das placas de vídeo, e com isso o consumidor comum teve acesso a placas de vídeo muito poderosas. 

Antes de lançar novas tecnologias, a NVIDIA resolveu aumentar a produção de chips G92 e lançar uma versão do mesmo com menos recursos (G94) para atacar a ATI no mercado de placas de vídeo baratas. 

A Geforce 9600GT (chip G94) foi lançada e fez muito sucesso por ser barata e ter desempenho superior à Radeon HD 3870 (um modelo de alto desempenho). Isto obrigou a ATI a cortar o preço de seus produtos para se manter competitiva. 


A quinta era das placas de vídeo (ATI x. NVIDIA Round 3 – hoje) 
Antes de lançar novas tecnologias, a ATI resolveu fazer pequenas melhorias no chip Rv670 para permitir que mais de um processador pudesse ser utilizado em uma única placa de vídeo. Como resultado, a Radeon HD3870X2 foi a placa de vídeo mais potente do mercado. Mas isso durou dois meses, pois a NVIDIA contra-atacou com a Geforce 9800GX2, utilizando o conceito de duas placas de vídeo em uma. 


Em 2008, a NVIDIA e a ATI finalmente lançaram seus novos chips: o GT200 e Rv770. O GT200 já nasceu com problemas, pois consumia muita energia sem ter uma potência que justificasse estes gastos. A ATI, por outro lado, lançou o Rv700 (Radeon HD 4850/Radeon HD 4870) alguns meses depois, sendo um sucesso de público e crítica. 

Desta vez, foi a NVIDIA que se viu obrigada a baixar o preço de suas placas para permanecer competitiva, mas nem isso foi capaz de tomar a coroa da ATI no mercado de placas de alto desempenho e de custo/benefício. 

Em compensação, no atual mercado de baixo custo, a NVIDIA ainda é líder devido à demora da ATI em lançar novos modelos para esta lucrativa fatia. Temos os modelos Radeon HD4650/4670 enfrentando as Geforce 9500GT/9600GSO, mas ainda não há rival direto para a 9800GT. 

A cada ano a ATI e NVIDIA se degladiam para ter a melhor placa de vídeo do mercado, e no final o consumidor ganha com isso, pois as placas de vídeo se tornam cada vez mais potentes e mais baratas. 

Atualmente há muitos games que exigem placas de vídeo topo-de-linha para funcionarem satisfatoriamente com qualidade máxima, mas por mais que as placas de vídeo evoluam, isso ainda não é suficiente: se você configurar o jogo Crysis com qualidade máxima no maior monitor do mercado (30", com resolução 2560x1600 pixels), ainda não existe nenhuma placa de vídeo no mercado que permita jogá-lo com velocidade aceitável - mesmo que você interligue duas ou três placas de vídeo. 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Alemanha treina soldados hackers para guerra

O futuro da guerra pode estar na internet, e países como a Alemanha já começam a formar seus próprios hackers. Uma reportagem da revista alemã Der Spiegel mostrou como o exército do país está treinando seus soldados para batalhas eletrônicas.

À medida que os computadores se tornam mais presentes em todos os aspectos das nossas vidas, eles ficam muito mais suscetíveis a ataques, o que tem sido uma proeucupação crescente para governos, agências de inteligência e oficiais militares em todo o mundo. Para estar preparado para qualquer "emergência eletrônica", como ataques em redes e servidores, o exército alemão começou a montar sua linha de frente para as guerras digitais há três anos.

O General Friedrich Wilhelm Kriesel, 60 anos, responsável pela Unidade de Reconhecimento Estratégico do Exército Alemão, foi destacado para coordenar uma equipe de 76 soldados que, isolados em uma pequena cidade da Alemanha, se ocupam em testar novos métodos de infiltração, manipulação e exploração - e até destruição - de redes de computadores. O nome soa inofensivo, como observa a Spiegel: Departamento de Informação e Operações em Redes Computacionais.

Os 76 "guerreiros digitais" são, na maioria, formados pelos departamentos de ciência da computação do próprio exército. A equipe deve começar suas operações oficialmente em 2010, quando fará um ataque simulado a um alvo real - conhecido como teste de penetração.

Os soldados usam os mesmos métodos aplicados por criminosos. Eles aprendem a instalar software malicioso em computadores, sem o conhecimento de seus usuários, via e-mail, mídias externas como CD-ROM ou simplesmente por meio de sites na internet. Esse tipo de programa, também conhecido como malware, permite roubar dados sigilosos e senhas.

O foco do treinamento da equipe de Kriesel são os ataques botnet ou DoS (Denial of Service), baseados em ataques reais acontecidos na Estônia e na Geórgia. Em 2007, uma onda de ataques deixou a Estônia temporariamente offline, atingindo computadores do governo, de bancos e partidos políticos. A Geórgia foi alvo de ataques semelhantes no ano passado, mas acompanhados da invasão física de tropas russas. "Leia mais"

Enquanto não lutam com inimigos reais, os soldados hackers enfrentam um adversário difícil, as leis alemãs, informou a Spiegel. A preparação de sabotagem computacional é proibida no país desde 2007. Se os cibersoldados começarem a testar seus ataques, diz a revista, eles estarão infringindo a lei. A pena pode chegar a 10 anos de prisão.

Não são apenas os alemães que estão se preparando para ameaças digitais. Segundo a Spiegel, os americanos planejam investir bilhões de dólares em um programa nacional de ciberdefesa. Militares ocidentais estão certos de que seus inimigos vêm do Leste, especialmente da Rússia e da China. Um relatório submetido recentemente ao congresso americano alertou para a expansão agressiva da China nessa área, o que pode dar ao país asiático muita vantagem em relação aos Estados Unidos em uma situação de conflito.

A Alemanha já teve uma amostra do potencial da China há dois anos, quando detectou diversos ataques partindo de servidores chineses contra computadores de ministros e da chancelaria alemã, com o objetivo de obter informações sigilosas por meio de software malicioso.

fonte: Terra

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Deixe seu Windows XP em ponto de bala.

Uma ótima apostila pra você fazer ajustes finos no seu Windows XP e deixa-lo em ponto de bala.
Como sempre um arquivo pequeno e bem leve para ser baixado através de "qualquer provedor de internet", aproveitem!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

DIA MUNDIAL DA INTERNET SEGURA - A informação que não se divulga na rua também não se divulga na internet

Você sabia que hoje (10/02) é o Dia Mundial da Internet Segura? Mas nem pense que se trata de um dia de trégua no mundo dos worms e malwares. Hoje é um dia como outro qualquer: os riscos e vulnerabilidades da grande rede continuam os mesmos, ou seja, altíssimos. Até por causa isso, esta data – iniciativa anual da INSAFE, rede de organizações patrocinada pelo programa Safer Internet Plus, da União Européia – tem como objetivo promover o uso ético e seguro da Internet e de outras tecnologias.
Para isso, os organizadores pretendem difundir informações, recursos e guias de boas práticas, contando com a colaboração dos mais diversos atores institucionais, públicos e privados, na promoção deste bem comum.
Para a Safernet Brasil, isso começaria por fazer as pessoas tomarem consciência que informação que não se divulga na rua também não se divulga na internet. Segundo Rodrigo Nejm, psicólogo e diretor de prevenção da Safernet Brasil, um dos pontos mais importantes é que as pessoas entendam que a rede "é um novo tipo de espaço publico e que tem características diferentes". "Tem que pensar que você não coloca dados pessoais, como um álbum de fotografias, em uma praça de alimentação de um shopping, por exemplo. Essa informação que você não divulga na rua você também não divulga na internet". Ainda segundo ele "Algumas crianças fornecem com facilidade dados como nome, endereço e telefone, que são armas que os aliciadores podem usar para chantagear e até seqüestrar um garoto que estava apenas buscando conhecer um amigo na internet.”.
Este tipo de ameaça certamente levou os pais a repensarem a participação de seus filhos em redes sociais. Infelizmente, contudo, eles pouco sabem o que seus filhos fazem na internet, segundo um estudo da SaferNet Brasil. Enquanto 84% dos brasileiros menores de 18 anos entrevistados afirmaram que contam seu nome verdadeiro na web, os pais acham que 66% das crianças o fazem. Além disso, a própria SaferNet mostra que mais de 50% das crianças e jovens entrevistados já foram expostos a conteúdos impróprios na web. Mesmo assim, 87% dos menores de 18 anos de idade não têm restrições de navegação online, e 72% compartilham fotos na rede.
Os conteúdos impróprios podem, inclusive, ter origem nos próprios jovens. Segundo o estudo Sex and Tech, uma em cada cinco adolescentes norte-americanas já enviou foto ou vídeo de nudez própria aos amigos pela web.
Outra polêmica recente, que envolveu o Facebook (similar ao orkut), apontava que sua plataforma de publicidade, o Beacon, colhia dados dos usuários da rede sem sua prévia permissão e repassava a empresas como Blockbuster, Fandango e Overstock,. Por isso, uma boa pedida na web é ler os termos de privacidade dos serviços utilizados para saber o que é feito com suas informações. Mas como quase todo mundo nunca lê esses contratos acaba sendo o chamado “tiro pela culatra”.

Deixo aqui uma pergunta no ar: Já pensou se o Orkut estivesse armazenando todos os nossos dados, fotos, recados e etc. e repassando para alguma empresa?

Respondam nos comentários.

Fonte: idgnow

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Google até debaixo d'agua.

Depois de desbravar a Terra, as estrelas e até Marte, o Google Earth chega ao fundo do mar. O Google Ocean, anunciado pela empresa na ultima semana, permite ao usuário observar os detalhes da vida marítima: formações geográficas, rotas de animais monitorados, pontos de surfe, pesquisa de embarcações naufragadas e "mergulhos" para explorar o fundo do mar. A novidade está disponível com a versão 5.0 do Google Earth, software de imagens via satélite que tem download grátis em seu site oficial. http://earth.google.com A navegação segue o padrão Google Earth. O usuário pode aproximar o zoom, rotacionar a visão, marcar pontos de interesse e navegar pelo conteúdo gerado pelos parceiros do Google. Segundo a empresa, são mais de 80 entidades e órgãos de pesquisa que contribuem com vídeos, fotos e artigos sobre diversos assuntos. A Fundação Jacques Cousteau, por exemplo, publica materiais sobre expedições históricas. Sites como o "Wannasurf" destacam pontos interessantes para os surfistas. Também é possível observar o movimento de espécies monitoradas, como tubarões, e fazer uma "viagem" pelas rotas dos animais.
Em uma demonstração em São Paulo, o diretor de comunicação do Google Brasil, Félix Ximenes, apresentou os novos recursos. Um dos próximos passos, segundo ele, é buscar parcerias no Brasil, para enriquecer o banco de dados da região. Assim como no Google Earth, o usuário é livre para contribuir com informações. "Os oceanos costumam ser deixados de lado em discussões sobre as mudanças climáticas, apesar de serem muito importantes nesse assunto. O lançamento do Google Earth 5.0 nos dá a oportunidade de mudar a perspectiva das pessoas a respeito dos mares", disse Eric Schmidt, diretor-executivo do Google, em comunicado. A versão 5.0 do Google Earth também traz novidades para os elementos "terrestres". A ferramenta "túnel do tempo", disponível em pontos como a costa de Nova Orleans e a sede do Google nos Estados Unidos, mostra uma evolução de áreas através do tempo. No caso de Nova Orleans, é possível ver imagens da região antes e depois da devastação causada pelo furacão Katrina em 2005. A possibilidade de organizar excursões virtuais narradas, com seleção de imagens, e o rastreamento por GPS ( sistema de posicionamento global por satélite) são outras novidades do Google Earth 5.0.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Windows XP para de ser vendido.

Se todos os planos da Microsoft correram de acordo com o previsto, as vendas de licenças do Windows XP para fabricantes de computadores se encerraram silenciosamente no último dia 31 de Janeiro. Lançado em 2001, desde o final de 2006 o sistema operacional convivia com o Windows Vista na gama de produtos da Microsoft, sendo ele amplamente utilizado em computadores de baixo custo. A alta demanda pelo XP fez a Microsoft adiar o encerramento de suas vendas por diversas vezes. Os últimos rumores davam conta de que suas vendas seriam novamente estendidas até 30 de maio.
Já o Windows Vista, às vesperas do final de sua vida "inútil" ainda está longe da popularidade do XP entre os usuários corporativos. De acordo com uma pesquisa do Instituto Forrester, a adoção do sistema operacional ainda é lenta entre as empresas: lançado em 2006, ele está presente em apenas 10% das máquinas, enquanto o velho XP roda em dois a cada três computadores usados em escritórios dos EUA e Europa.
Fonte: UOL

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Apostila de Prompt de comando do Windows XP

Para quem acha dificil mas tem interesse em dominar o prompt de comando do Windows XP vai aí essa apostila que é muito dificil de se encontrar na internet, já que nem todos os comando do MS-DOS funcionam no prompt, as apostilas de MS-DOS nem sempre servem.

http://www.4shared.com/file/83980867/62a5fac9/Prompt_de_Comando_do_Windows.html
 

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