Preocupada em entender o cenário da penetração de computadores nos lares da América Latina, periodicamente a Intel encomenda pesquisas nos principais países da região. Os questionários são endereçados à população das regiões urbanas, na faixa etária compreendida entre 16 e 75 anos que tenham alguma influência na compra de equipamentos eletrônicos para casa. Esta pesquisa ficou a cargo da Ipsos, no Brasil e na Argentina.
O estudo, desenvolvido pelo Instituto Monitor primeiramente no Brasil, Chile, Colômbia e México, tem como objetivo estudar e conhecer o consumidor final de cada país, e ao mesmo tempo, entender o mecanismo que o direciona na hora de decidir a compra. A mesma análise está em desenvolvimento em outros países da região.
No Brasil, 31% dos lares têm computador
No Brasil, 31% dos lares têm computador,e as expectativas do setor de computadores na América Latina giram em torno do Brasil. Segundo projeções, o país deverá se tornar o terceiro maior mercado de PCs no mundo até 2010. A pesquisa aponta que 45% das pessoas que fizeram parte da amostra estariam dispostas a pagar entre R$ 1.450,00 e R$ 2.200,00. A barreira psicológica começa a partir do preço de R$ 3.000,00 por um notebook.
O preço ideal de um PC varia de acordo com a camada social: a classe A está disposta a pagar a partir de R$ 2.000,00 por um computador, as classes B e C cerca de R$ 1.500,00 e a classe D até R$ 1.000,00.O consumidor que pertence à classe A costuma ir até uma loja para obter informações sobre os equipamentos e também para ver uma demonstração. Já a classe B tem como característica preponderante para a aquisição de um computador a junção de três fatores, preço, desempenho e velocidade do processador.
Na Argentina, 50% da população têm computador em casa
Dentre as pessoas que possuem computador na Argentina, 72% estão conectadas à Internet, sendo que, desse total, 74% se conectam em casa (49% por banda larga ADSL, 39% por banda larga a cabo e 7% por discagem).








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